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Guarujá vai ganhar uma nova marina este ano

Até o final do ano, o Guarujá ganhará mais uma marina. Será a Mondblu, do mesmo grupo da representante oficial das marcas Intermarine e Sea Ray na região, a SP Marine. A nova marina será dedicada aos barcos de médio e grande porte, como são os das marcas que ela representa.

No entanto, será aberta a barcos de qualquer marca, com uma capacidade estimada de 20 grandes lanchas na água e outros 70 barcos menores no seco, em um grande galpão com 12 metros de altura e todos os recursos para a movimentação de grandes embarcações.

A nova marina, que ocupará a mesma área do extinto estaleiro Axtor, no Cing, também terá uma parte reservada para o atendimento de clientes da Mondblu. “Será um centro de excelência de serviços pós-venda”, diz Ivan Batagini, do grupo SP Marine. “Nunca houve nada parecido no Guarujá”, garante.

Quiosques de Guarujá têm nova data para inauguração

Quem andar pelo calçadão da Praia da Enseada, na orla de Guarujá, encontrará obras no lugar dos 54 novos quiosques que estavam previstos para 15 de dezembro. A nova data de entrega é depois do Carnaval. Apesar disso, os quiosqueiros agradecem: não terão seu ganha-pão demolido na temporada nem terão gastos com isso: a empresa de comunicação Front 360 fez um contrato para custear a obra dos novos equipamentos, em parceria com a Ambev, prevendo exclusividade na venda de produtos.

A não ser que ocorra um novo imbróglio jurídico, a situação parece estar perto do fim. Em 2008, a Prefeitura disse que demoliria os antigos 95 quiosques montados na praia, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), pois a Secretaria de Patrimônio da União (SPU) não autoriza construções na areia.

O assunto se desenrola desde então e culminou numa conciliação proposta pela juíza federal Alessandra Nuyens Aguiar Aranha, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3). Ela, até, venceu o Prêmio Conciliar é Legal 2016, na categoria Demandas Complexas, em dezembro.

O que houve

Para resolver o problema, que durava anos, ela determinou que ficasse a cargo dos quiosqueiros a construção dos novos equipamentos, cujo projeto foi feito pela Prefeitura.

Na época, cada obra estava orçada em aproximadamente R$ 100 mil. Em troca, os permissionários que teriam os quiosques demolidos receberiam a concessão (que já detêm para estar lá) por mais cinco anos. Depois do prazo, uma licitação decidiria o gerenciamento dos novos espaços, que seriam pagos por eles – e, agora, pela Ambev.

A juíza também ordenou que a multa de R$ 7 milhões, aplicada à Prefeitura por descumprir um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), fosse revertida na reurbanização da praia.

A obra não aconteceu, nem os quiosqueiros tiveram dinheiro para a construção, como explica Maria do Carmo Sales, de 55 anos, dona de um dos quiosques há 19 anos.

“Olha, ficou decidido que a gente se virasse. Só que, graças a Deus, encontramos um anjo na nossa vida, que é a Ambev, que foi uma bênção para nós, e a Front. Eu realmente achava que estava tudo perdido, que iam derrubar nosso quiosque e íamos ficar sem nada, porque não tinha dinheiro para fazer”, diz ela, sem saber explicar o que o contrato exige em troca.

Emprego

Vivian Sales, de 31 anos, que trabalha há mais de 20 no quiosque da mãe, conta temer pelo emprego de muitos colegas. Dos cerca de 90 quiosques, só 54 poderão persistir. “Como os outros vão se sustentar? Deveriam ir todos”.

Amélia Costa, presidente da Associação da Orla do Guarujá (AOG) – que entrou no lugar de Marcello Nicolau, agora secretário adjunto de Turismo –, confirma as informações e cita que a empresa responsável pela obra será a GH 23.

A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras de Guarujá, na gestão anterior, explicou que haverá acessibilidade, como previsto no Plano de Intervenção Urbanística (PIU), a ser instituída a partir do próximo mês.

Cesar David, vice-presidente executivo da Front 360, explica que a empresa está muito feliz pelos trabalhadores e também por contribuir com o desenvolvimento econômico e social do Município. Segundo ele, a obra atrasou devido aos dias de chuva e porque algumas etapas da construção precisaram de trabalho conjunto com Prefeitura e companhia de energia elétrica.

A entrega será somente após a temporada porque será preciso ligar água e esgoto, serviço para o qual a Sabesp precisa de mais tempo.

Ary Toledo no Guarujá

Ary Toledo comemora 53 anos de carreira com espetáculo no Guarujá

Ary Toledo show no Guarujá

Dia:  06/01/2017 e 07/01/2017
Cidade: Guarujá – SP
Local: Teatro Procópio Ferreira
Endereço: Av. Dom Pedro 1
Horário: 21:00 horas

Venda de Ingressos
Teatro Procópio Ferreira

Valores do Ingresso
70 reais

Guarujá terá queima de fogos em sete pontos diferentes

Os fogos foram distribuídos no Tombo, Astúrias, Pitangueiras, Enseada, Pernambuco e Praça 14 Bis.

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Acabou a especulação. A Secretaria de Turismo de Guarujá confirmou ontem que haverá queima de fogos neste Réveillon em sete pontos localizados nas praias do Tombo, Astúrias, Pitangueiras, Enseada, Pernambuco, Grêmio dos Funcionários Públicos (Rua Ranulfo Veríssimo, 50 – Jardim Las Palmas) e Praça 14 Bis, em Vicente de ­Carvalho.

A queima de fogos acontecerá à meia-noite, com aproximadamente 15 minutos de duração e será financiada por ­particulares – empresas privadas e sociedade ­civil.

Os grandes hotéis – Casagrande e Jequitimar – devem promover a queima na Enseada e Pernambuco, respectivamente, só que em menor escala.  Restaurantes estão preparando programações internas para a noite e madrugada da virada de ano.

Ano passado, a Cidade também contou com sete pontos estratégicos de queima. A Prefeitura comprou 15 toneladas de fogos e o espetáculo durou 18 minutos. A praia de Pitangueiras foi o palco principal da atração da noite do dia 31. Uma barcaça no mar, ao lado da Ilha Pompeba, iniciou o show pirotécnico.

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Seu próprio chope na praia

Tenha seu próprio carrinho de chope na praia

Bertioga, SP, BRASIL, 10 -12-2016: Na foto, o grupo de amigos que possuem apartamento na praia da Riviera de São Lourenço, comprou um carrinho de Chopp para levar para a praia. Na foto (esq p dir): Osvaldo Junior (61), João Carlos (59), Henri Mendes de Castro (53), Angela Ferrini (53), Renata Vieira (45) e Gabriela Ost (42). (Foto: Bruno Santos/ Folhapress) *** COTIDIANO *** EXCLUSIVO FOLHA***

Para eles, nada melhor do que um chope na praia, sempre à mão, sem que seja preciso dar mais que três passos para tirá-lo e, então, apreciá-lo gelado, no conforto da cadeira, sob a sombra do guarda-sol, pé na areia, o mar logo ali na frente.

Para viabilizar esse sonho, vizinhos de condomínios da Riviera, no litoral norte de São Paulo, se juntam para cria o clubes do chope.

Compram carrinhos de chope por cerca de R$ 5.000 vem que o barril é refrigerado com 150 kg de gelo e cobram mensalidade para quem quiser participar.

Com o dinheiro arrecadado, financiam os barris da temporada e promovem um “open chope” na areia.

Nesta praia, onde 15 a 20 mil pessoas passam os fins de semana, segundo Paulo Velzi, 60, da Sobloco, empresa que implantou a Riviera, há ao menos 15 clubes de chope que compram barris do vendedor Valdo Blanco, de Bertioga. Na alta temporada, diz Velzi, o número de pessoas que circula por ali cresce para 85 mil. Para parte deles, a farofa é sofisticada.

Faz calor e, às 15h de um sábado, os vizinhos do condomínio Ilha de Bali estão reunidos na praia embaixo de uma tenda, chopes gelados em mãos. A cerveja para esses integrantes do Bali Chope Clube, ali desde cedo, foi testada no dia anterior por Carlos Matias, 60, ex-síndico do prédio e um dos idealizadores do grupo, que hoje tem oito membros.Tem um ritual diz ele, orgulhoso, espuma nos lábios.Tomei vários chopes ontem para testar o sabor e verificar a temperatura.

O carrinho é levado à praia por dois funcionários do condomínio, pagos à parte pelo clube, e fica estacionado na areia. Barris são comprados de acordo com a ocasião como um feriado ou aniversário de alguém e o preço é compartilhado entre todos.No fim do ano, vão uns 12 barris de 50 litros, diz Matias.

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